netinho + cauê são paulo · 2026

material proprietário · campanha 2026

netinho + cauê

são paulo em duas vozes

proposta criativa de conteúdo · eleições 2026

deputado federal · netinho de paula deputado estadual · cauê de paula
rolar para entrar

o gesto

duas mãos.
um projeto.

Conforme a página desce, o cumprimento se completa — Netinho e Cauê, lado a lado, na mesma cidade.

02 · a pergunta

“como duas pessoas conhecidas por coisas que não são política pedem voto pra reconstruir são paulo?”

É a tese do documento inteiro. Deixa respirar.

03 · diagnóstico

dois problemas opostos

Netinho de Paula netinho

reconhecimento alto,
leitura política baixa

O público sabe quem ele é. Não sabe o que ele faz.

  • Vereador em 2008 — 3º mais votado da cidade (84.406 votos)
  • Secretário municipal da Igualdade Racial
  • Isso praticamente não existe no feed dele

A timeline entrega palco, pagode e memória afetiva.

Cauê de Paula cauê

reconhecimento baixo,
credibilidade não testada

Sempre esteve atrás dos negócios da família. Sem acervo público.

  • Nem entrevista, nem fala longa, nem posição registrada
  • Herda um sobrenome, não uma biografia
  • Sobrenome sozinho não elege deputado estadual

Lado bom: página em branco. Lado ruim: prazo curto.

04 · o risco de ser dupla

três armadilhas.
nenhuma é fatal.

01

dinastia

Se a narrativa for herança (“o filho do netinho”), o adversário escreve a manchete por você. Tem que ser divisão de trabalho, não sucessão.

02

dependência

Se o pai carrega o filho, o filho não constrói base própria. Estadual precisa de voto que é dele — e voto emprestado não se transfere inteiro.

03

canibalização

Corte de show e corte de política brigando pelo mesmo feed: o algoritmo sempre escolhe o show.

Nenhum dos três é fatal. Os três se resolvem com formato.

05 · os dez segundos

a decisão de seguir, salvar ou passar acontece antes de qualquer proposta ser lida.

Hoje o feed do Netinho entrega palco e pagode. O do Cauê não entrega nada.

  1. quem é essa pessoa?
  2. ela é como eu?
  3. ela vai fazer o quê?

A virada não é de discurso, é de classificação: o algoritmo precisa reaprender o que esses dois perfis são.

06 · o relógio

propaganda eleitoral,
inclusive na internet,
só a partir de 16 de agosto

até 15/08

janela de identidade

Construir quem são, testar temas, treinar corpo e tom na frente da câmera.

a partir de 16/08

janela de conversão

Pedido de voto, número, impulsionamento identificado e contratado pelo partido.

Se a produção não começa agora, a fase de aquecimento simplesmente não existe.

Netinho e Cauê com a cidade de São Paulo ao fundo

são paulo

a cidade já é o roteiro.

07 · o conceito

“o pai lembra o que são paulo foi.
o filho mostra o que são paulo é.”

netinho

memória · histórico · legitimidade

Quem já esteve dentro da máquina e sabe onde trava.

cauê

presente · chão · provocação

Quem vive a cidade agora e não deve favor a ninguém.

Não é o mesmo discurso em dois corpos. São duas funções narrativas que se completam na mesma cena.

08 · os seis territórios

nada fora daqui
entra na grade.

01

infraestrutura

buraco, enchente, calçada, iluminação

02

periferia

quem mora longe paga mais caro por tudo

03

população negra

acesso, abordagem, mercado de trabalho

04

mobilidade urbana

o tempo de deslocamento como imposto

05

trabalho

primeiro emprego, informal, app, o CEP

06

saúde e lazer

a fila de madrugada, lazer como direito

09 · o tom

“eu prefiro estar do lado da tiazinha doméstica do que do atrasa lado que rouba celular.”

— cauê

Essa frase é o manual de tom da campanha inteira: tem lado, tem gente com rosto e tem cena. Não é slogan de gabinete, não pede licença e não usa a palavra “vulnerável”.

Toda peça passa nesse teste antes de ir pro ar. [confirmar autorização de uso literal]

10 · caminho 1

pílulas da cidade

Uma captação. Um mês de volume.

1

captação única · até 2h corridas, duas câmeras, lapela, sem teleprompter

2

decupagem · a conversa é fatiada por território

3

corte-mãe · 1 episódio de 8–12 min no YouTube

4

pílulas · 18 a 24 cortes de 30–90s pra IG/TikTok

anatomia da pílula

0–3so gancho
3–25so caso
25–55sa leitura
55–75sa virada

Uma pílula = um problema = uma frase que a pessoa consegue repetir no grupo da família.

~36peças por diária
4diárias / mês
~144peças / mês

grade do primeiro ciclo

  1. buraco, enchente e a conta de quem mora embaixo
  2. duas horas e meia: o imposto invisível de morar longe
  3. o CEP que reprova currículo
  4. a fila que começa às quatro da manhã
  5. ser preto e ser parado
  6. lazer não é luxo — é o que segura o bairro em pé

Quando eles discordarem, deixa no corte. Dupla que discute em cena parece real.

11 · caminho 2

mini-novelas

A novela é o único formato que este país assiste sem ser convidado.

Em vez de explicar o problema da cidade, faz sentir. O dado entra depois, quando a pessoa já se importa com quem está na tela.

6 episódios5–8 minum por territóriovertical + horizontalcorte 60s

saúde

a fila

Uma diarista chega às quatro da manhã no posto pra garantir a ficha. O episódio é o dia dela depois disso — o patrão, a escola do filho, o dinheiro do busão que já foi.

mobilidade

duas horas e meia

Mãe e filho moram na mesma casa e se veem quarenta minutos por dia. O vilão do episódio não é uma pessoa: é o trajeto.

trabalho

o currículo

Um jovem troca o endereço do currículo pra ser chamado pra entrevista. Consegue a vaga. E aí precisa decidir o que faz com a mentira.

Os candidatos não são personagens. Entram só no epílogo, ou não entram. Nenhum episódio nomeia adversário — a cidade é o antagonista.

12 · a recomendação

não é ou/ou.
é um alimentando o outro.

fase 1 · ago → set

pílulas da cidade · always on

Constrói identidade, mede qual dos seis territórios engaja de verdade e treina os dois na frente da câmera. Dado real em vez de aposta.

fase 2 · set → out

mini-novela · pico

Um episódio por semana, escrito em cima dos temas que já provaram tração na fase 1.

As pílulas são o teste A/B da novela. Rodar só a novela é apostar caro no escuro.

camada digital

onde o eleitor já está

+90%

dos jovens brasileiros estão conectados à internet. A internet não é um canal — é o ambiente onde essa geração vive.

76%

recebem notícias pelas redes. +50% afirmam que as redes influenciaram a decisão de voto.

thin slice

impressões formadas em 5–60s. O ponto ótimo de precisão × tempo está perto de um minuto — e o feed te dá muito menos.

tiktok

Virais, descontraídos, informação curta. Debates e provocações positivas.

instagram

Impacto, ações, lives, caixas de pergunta, denúncias e movimentações coletivas.

youtube

Profundidade: vida, desenvolvimento, educacional, político — em sequência.

operação

estrutura & investimento

caminho 1 · pílulas · 3 meses

  • diárias de captação e equipe de set
  • redação, edição e versionamento
  • estratégia, dados e atendimento
  • fotografia e acervo

caminho 2 · mini-novela · 6 eps

  • sala de roteiro e direção de ficção
  • elenco, arte, locação e som direto
  • diárias de set ampliadas
  • pós, trilha original e color

combo · fase 1 + fase 2

  • equipe compartilhada entre os blocos
  • acervo de set reaproveitado
  • uma só estrutura de estratégia e dados
  • ganho de escala nas diárias

referência de mercado · operação 3 meses
R$ 450.000 (benchmark projeto equivalente)

equipe criativa

  • diretor criativo
  • estrategista de conteúdo
  • líder de redação + redatores
  • líder de edição + editores
  • fotógrafo / still / set
  • atendimento de negócios

anexo a · compliance

folha separada · entregar na reunião

16 de agosto

Propaganda eleitoral, inclusive na internet, só a partir dessa data. Antes: nada de pedido explícito de voto nem das “palavras mágicas”.

impulsionamento

Permitido, mas só contratado por candidato, partido, federação ou coligação, com identificação clara e repositório público.

disparo em massa

Proibido, em aplicativo de mensagem e em plataforma, pra qualquer conteúdo político-eleitoral.

IA e sintético

Deepfake é vedado. Qualquer peça criada ou alterada de forma relevante por IA precisa de aviso explícito e destacado.

Base: Lei 9.504/97 e Resolução TSE 23.610/2019 (atualizada). Toda peça passa pelo jurídico da campanha antes do ar.

última tela

a cidade já é
o roteiro.

falta só filmar direito.

vamos nessa?

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